Dez dicas para viver bem com Diabetes

0 13 de junho de 2014

Podemos desenvolver diabetes quando por algum motivo a produção de insulina do pâncreas falha e o transporte de glicose para as células fica prejudicado. Sem glicose, nossas células não absorvem energia e começamos a sentir muita fome. E, ao mesmo tempo a glicose que não chega às células acaba elevando a taxa desse açúcar no sangue. A diabetes é uma doença crônica que não tem cura, mas pode ser controlada com o uso da medicação correta e alguns cuidados. Confira abaixo algumas dicas:

  1. Mantenha uma alimentação saudável, rica em fibras, legumes, verduras e frutas.
  2. Seja ativo! A prática de 150 minutos semanais de atividade física aeróbica (caminhar, pedalar, correr, nadar) evita complicações futuras e ajuda a controlar sua glicose.
  3. Tome regularmente os medicamentos prescritos por seu médico e não suspenda seu uso sem consultá-lo.
  4. Examine os pés diariamente. Se surgirem rachaduras, calosidades ou feridas procure seu médico.
  5. Teste sua glicemia capilar, conforme prescrição médica. Valores muito altos (>200 mg/dl) ou muito baixos (< 60 mg/dl) são sinais de alerta. Fale com seu médico.
  6. Visite periodicamente seu endocrinologista e caso necessite  consultar outro médico não deixe de informá-lo sobre a sua condição e os medicamentos atualmente em uso.
  7. Pelo menos uma vez ao ano vá

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0 13 de junho de 2014

A obesidade é uma doença crônica, que afeta um número elevado de pessoas por todo o mundo. Porém, opção por umarotina alimentar saudável e a prática de exercícios físicospodem contribuir com a prevenção e tratamento. Confira abaixo as 10 Coisas que Você Precisa Saber sobre a Obesidade:

  1. A obesidade é caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal e pode acarretar graves problemas de saúde e levar até à morte. O Brasil tem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a 70 milhões, o dobro de há três décadas.
  2. Em muitos casos, a obesidade é diagnosticada através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Ele é feito da seguinte forma: divide-se o peso (em Kg) do paciente pela sua altura (em metros) elevada ao quadrado. De acordo com o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quando o resultado fica entre 18,5 e 24,9, o peso é considerado normal. Entre 25,0 e 29,9, sobrepeso, e acima deste valor, a pessoa é considerada obesa.
  3. Existem três tipos de definições quando uma pessoa

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0 13 de junho de 2014

O número de obesos aumenta no mundo a cada dia e a cirurgia bariátrica vem se tornando um importante aliado no tratamento de pacientes com obesidade grau 3. Conheça as 10 coisas que você precisa saber sobre este procedimento. 1 – Gastroplastia, também chamada de Cirurgia Bariátrica, Cirurgia da Obesidadeou ainda de Cirurgia de redução do estomago, é, como o próprio nome diz, uma plástica no estômago (gastro = estômago, plastia = plástica), que tem como o objetivo reduzir o peso de pessoas com o IMC muito elevado. 2 –  Esse tipo de cirurgia está indicado, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) para  pacientes com IMC acima de 35 Kg/m², que tenham complicações como apneia do sono, hipertensão arterial, diabetes, aumento de gorduras no sangue, problemas articulares, ou pacientes com IMC maior que 40 Kg/m², que não tenham obtido sucesso na perda de peso com outros tratamentos. 3-    Existem três tipos básicos de cirurgias bariátricas. As cirurgias que  apenas diminuem o tamanho do estômago, são chamadas do tipo restritivo (Banda Gástrica Ajustável, Gastroplastia vertical com bandagem ou cirurgia de Mason e a gastroplastia vertical em “sleeve”). A perda de peso se faz pela redução da ingestão de alimen

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0 13 de junho de 2014

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0 29 de maio de 2014

A laparoscopia é uma intervenção cirúrgica na parede abdominal para operar as estruturas e órgãos intra-abdominais, e consagrada para retirada da vesícula biliar além de utilizada em cirurgias ginecológicas e urológicas. Na ginecologia, a laparoscopia é um método para análise dos ovários, das trompas de falópio e das estruturas circundantes. Outras cirurgias como a bariátrica e tratamento de hérnias do abdômen fazem uso desse procedimento. O paciente é internado e submetido à anestesia geral e, conforme a cirurgia, pode deixar o hospital no mesmo dia ou um ficar internado alguns dias. O médico-cirurgião faz uma incisão no umbigo, por onde introduz o laparoscópio, um fino tubo de fibras óticas, através do qual pode visualizar os órgãos internos, fazer intervenções e direcioná-lo para a região desejada. Outras incisões menores podem ser feitas logo acima da linha dos pelos púbicos. Além de permitir a perfeita visualização das trompas de falópio, a laparoscopia possibilita a análise dos ovários e de outros órgãos pélvicos.

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